Do chão de casa, a autora abre janelas para o mundo, o belo e o brutal. No centro da travessia, uma pergunta: por que sentimos tanto? O livro de estreia de Catarina Vitorino.
Brochura 14 × 21 cm, marcador de páginas e dedicatória nominal da autora.
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“A dor vira morada, a morada vira conhecimento de si, e o conhecimento vira fluxo: a paz de quem aprendeu que tudo passa.”
Escritas de si como registro de subjetividade: memórias, dores, saudades e amores costurados em crônicas líricas. Da casa e dos afetos às janelas para o mundo, da travessia da dor à morada do eu, este livro é um mergulho nas profundezas do ser.
A escrita de si é uma tradição literária. Em vez de narrar fatos, a autora registra sua subjetividade mais íntima, entre memórias, corpo, dores e afetos do cotidiano. É dela que nascem as crônicas deste livro.

Advogada, Ativista social, Mestra em Cognição, Tecnologias e Instituições pela UFERSA
É advogada e ativista social. Nasceu em Teresina/PI. O Mato Grosso e o Ceará ficaram no caminho até Mossoró, no Rio Grande do Norte — a cidade que a abraçou e onde vive até hoje. É Mestra em Cognição, Tecnologias e Instituições pela Universidade Federal Rural do Semi-Árido (UFERSA), com especializações em Direitos Humanos e Docência Superior. Acadêmica e sócia-fundadora da Academia de Ciências Jurídicas e Sociais de Mossoró (ACJUS), ocupa a cadeira nº 6.
Autora de artigos publicados, dedica-se à defesa dos Direitos Humanos. Sua trajetória inclui a participação no Conselho Universitário (Consuni) da Universidade do Estado do Rio Grande do Norte (UERN) e a presidência do Conselho da Comunidade da Penitenciária Federal em Mossoró, do qual foi a primeira presidente, além do mandato de conselheira titular da OAB Mossoró (triênio 2022-2024).
Voluntária dedicada, é uma das fundadoras da Associação de Pais e Amigos dos Autistas de Mossoró e Região (AMOR) e atuou em comissões da OAB Mossoró voltadas aos Direitos Humanos, à Segurança Pública, aos direitos das mulheres, à defesa das pessoas com autismo e ao apoio às pessoas com deficiência.
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A escrita de si é uma tradição literária em que a autora não busca apenas narrar fatos, mas registrar sua subjetividade mais íntima. Memórias afetivas, percepções do corpo, dores e sentimentos do cotidiano. As crônicas líricas de Entre Vivências e Memórias nascem dessa tradição: Catarina Vitorino transforma suas anotações pessoais em literatura de ressonância universal.
São crônicas, textos curtos nascidos do cotidiano, escritas com voz lírica. Partem do mínimo: um café preparado pelo filho, o cheiro de mãe depois do banho, o sino dos ventos na sala, o asfalto molhado depois da chuva. No encontro da crônica com a poesia, o dia a dia vira música. É o fio que costura as 166 crônicas de Entre Vivências e Memórias.
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